Música Uma canção para Anchieta – XIV Festival de Mpb de Pereira Barreto

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{tab=Letra}

 

Falou a língua dos índios

Respeitou os símbolos, as crenças e as tradições

Enfrentou vagas revoltas dentro e fora do mar

E, pela sombra das ocas,

Tratou com zelo os enfermos

E encantou tudo que era bicho, gente ou flor

E a terra, por muitos, à vista

Conheceu seu primeiro cronista e compositor

 

Foi mestre nas redondilhas

No peito trazia a poesia que brota das hispanas Ilhas

Que é própria do belo

E que habita a mente dos predestinados

Para espalhar sementes

 

 

 

Nas veias o sangue de um nobre

A fibra guerreira do justo

Valente soldado carregando apenas as armas de fé

Que apaziguam, sincretizam credos

Reunindo as aldeias

Lá, bem de dentro do tempo,

Luzes iluminam os cenários das missões

E um Santo Padre a desbravar muitos rincões

Fazendo a literatura

Registrando as culturas e misturando as artes

Pra nós, curibocas, cafuzos, mulatos

Índios, Afros de toda etnia

Valeu teu exemplo de lida

Com lições de diplomacia

Beato e caraíba

Das Canárias pra Reritiba             

 

Karaíba – (aportuguesado, caraíba) – Segundo o que consta no livro “Os índios nas cartas de Nóbrega e Anchieta” – Transcrito por Felipe Eduardo Moreau:

 

“Gambini (1988) lembra que, apesar do antagonismo, os jesuítas foram considerados pajés e karaíba pelos índios, que transferiram para a figura do missionário o mesmo senso de respeito e espanto.

 

O Padre Antonio Pires (74) comentou sobre Luiz da Grã que: “fizeram-lhe um recebimento como costumavam fazer em outro tempo a seus feiticeiros”. Nóbrega (carta XIII) chegou a dizer que: “creem-nos como creem em seus feiticeiros” (75). 

 

{tab=Artista}

LETRA

 

DIMAS DEPTULSKI

 

INTÉRPRETE

 

RITINHA CARVALHO

 

CIDADE

 

SÃO PAULO-SP

 

{tab=Data de apresentação}

Sexta-Feira 10/10/2013

7ª Música da noite
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