Onde a alma se torna incolor – XIV Festival de Mpb de Pereira Barreto

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{tab=Letra}

 

 

Esse ritmo é coisa de santo

Dois “neguinho” tocando tambor

De tão negro, parece ser branco

Se for branco é sinal de Xangô.

 

Pandeirões traduzindo o quanto

Esse rítmo é um ponto de amor

Como as asas do espírito santo

São as mãos do ogã no tambor.

 

Esse ritmo é coisa de santo

Manifesto de um povo nagô

Coroado com murta e amaranto

Pelas mãos de Nanã Buroko.

 

Desabafo de som sacro-santo

Convertido em grito de gol

Movimento de música e canto

O cortejo ao som do Agogô

IIluorum ilê

Rumpi ele babá

Rumpi ele babá      } bis

Iluorum ilê

 

 

 

 

 

Esse ritmo é coisa de santo

Dois “neguinho” tocando tambor

De tão negro, parece ser branco

Se for branco é de origem nagô

 

Pandeirões traduzindo o quanto

Esse rítmo é um ponto de amor

Feito o corpo de um príncipe Banto

Onde a alma se torna incolor.

 

Esse rítmo é coisa de santo

Na cintura da nêga fulô

Requebrado,quebrando quebranto

Entre conga djambê e bongô.

 

Remelexo mostrando o tanto

Que o batuque anti – borocoxo

Nos quadris de uma filha de santo

É o timbre da voz de Xangô.

 

 

{tab=Artista}

LETRA

 

JOÃO BATISTA GOMES

 

INTÉRPRETE

 

PEDRINHO CAVALLERO

 

CIDADE

 

ANANINDÊUA-PA

 

 

{tab=Data de apresentação}

Quinta-Feira 09/10/2013

13ª Música da noite
{/tabs}

Iluorum ilê

Rumpi ele babá

Rumpi ele babá      } bis

Iluorum ilê

 

Esse ritmo é coisa de santo

Dois “neguinho” tocando tambor

De tão negro, parece ser branco

Se for branco é de origem nagô

 

Pandeirões traduzindo o quanto

Esse rítmo é um ponto de amor

Feito o corpo de um príncipe Banto

Onde a alma se torna incolor.

 

Esse rítmo é coisa de santo

Na cintura da nêga fulô

Requebrado,quebrando quebranto

Entre conga djambê e bongô.

 

Remelexo mostrando o tanto

Que o batuque anti – borocoxo

Nos quadris de uma filha de santo

É o timbre da voz de Xangô.

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